Ter um site e ter um site que vende são coisas diferentes.
Muita empresa cria um site, coloca algumas informações, adiciona um botão para WhatsApp e deixa aquilo parado.
O site existe.
Mas ele não participa de verdade da operação comercial.
Se a ideia é transformar o site em um canal de vendas, ele precisa ser pensado para receber pessoas, apresentar a oferta e conduzir o visitante até uma ação.
O primeiro passo é definir o que você quer vender
Antes de pensar em design, tráfego ou qualquer outra coisa, você precisa saber qual oferta quer empurrar com mais força.
Pode ser um produto.
Pode ser um serviço.
Pode ser um orçamento.
Pode ser uma consulta.
Pode ser uma assinatura.
O site precisa ter uma função comercial clara.
Quando ele tenta falar de tudo ao mesmo tempo, normalmente fica mais difícil conduzir a pessoa até uma decisão.
Depois, cada página precisa ter um papel
Imagine que sua empresa tenha cinco serviços.
Em vez de colocar todos dentro de um único bloco genérico, você pode criar páginas específicas para cada um.
Isso ajuda em duas coisas.
Primeiro, a pessoa encontra informações mais focadas.
Segundo, você consegue levar campanhas e anúncios diretamente para a página do serviço certo.
Quanto mais alinhada estiver a página com o interesse do visitante, maior a chance de ele continuar.
O site precisa responder as dúvidas antes do contato
Boa parte das vendas trava porque o cliente ainda não entendeu a oferta.
Ele não sabe como funciona.
Não sabe o que está incluso.
Não sabe para quem é.
Não sabe o que diferencia sua empresa.
Se o site responde essas dúvidas antes da conversa, o contato chega mais preparado.
Isso faz o site participar da venda antes mesmo de alguém da equipe entrar no WhatsApp.
Prova ajuda a transformar interesse em confiança
Uma pessoa pode gostar do que você vende e ainda assim não confiar o suficiente para comprar.
Por isso, um site comercial precisa mostrar sinais de que sua empresa entrega aquilo que promete.
Isso pode aparecer através de:
- depoimentos;
- avaliações;
- cases;
- fotos de trabalhos;
- portfólio;
- clientes atendidos;
- resultados alcançados.
Você reduz a distância entre “parece interessante” e “acho que posso confiar”.
O caminho até a ação precisa ser curto
Depois que a pessoa entende a oferta e confia no que viu, não faz sentido dificultar o próximo passo.
Se a ação desejada é chamar no WhatsApp, o botão precisa estar fácil de encontrar.
Se é pedir um orçamento, o formulário precisa ser simples.
Se é comprar, o checkout precisa funcionar bem.
Se é agendar, o processo precisa ser direto.
Quanto mais etapas desnecessárias existem, mais oportunidades de perder a venda aparecem.
O site também precisa receber tráfego
Transformar o site em canal de vendas não significa esperar que as pessoas apareçam sozinhas.
Você precisa levar gente até ele.
Isso pode acontecer através de:
- Google;
- anúncios;
- Instagram;
- WhatsApp;
- e-mail;
- conteúdo;
- indicações;
- outros canais de divulgação.
O site entra como a estrutura que recebe esse tráfego.
Ele transforma atenção espalhada em um caminho mais organizado até a venda.
O Google pode trazer pessoas com intenção de compra
Esse é um dos pontos mais interessantes.
Quando alguém pesquisa no Google por um produto ou serviço, normalmente já existe algum nível de intenção.
Imagine alguém pesquisando:
“empresa de limpeza de sofá”
Essa pessoa não está navegando sem objetivo.
Ela provavelmente está procurando alguém para resolver um problema.
Se seu site aparece e apresenta bem a oferta, você pode transformar aquela pesquisa em um contato.
É por isso que SEO e site podem trabalhar muito bem juntos.
Anúncios também funcionam melhor com uma boa estrutura
Se você investe em tráfego pago, o site pode melhorar bastante o caminho depois do clique.
Em vez de mandar todo mundo para a página inicial, você pode criar páginas específicas para cada campanha.
Um anúncio sobre um serviço leva para uma página sobre aquele serviço.
Um anúncio sobre um produto leva para aquele produto.
Uma campanha sobre uma oferta leva para uma página de vendas específica.
A mensagem do anúncio continua dentro do site.
Você também pode testar o que vende melhor
Quando o site começa a fazer parte da estratégia comercial, ele também vira uma ferramenta de teste.
Você pode mudar:
- títulos;
- imagens;
- ofertas;
- chamadas para ação;
- ordem das seções;
- formas de apresentar o produto;
- páginas utilizadas nas campanhas.
Depois observa o que gera mais contatos ou vendas.
O site deixa de ser uma peça estática e começa a ser otimizado com base no comportamento dos visitantes.
Site institucional também pode vender
Quando eu falo em canal de vendas, não estou falando apenas de e-commerce.
Uma empresa de serviços também pode usar o site comercialmente.
Nesse caso, a venda pode não acontecer com cartão e checkout.
Ela pode acontecer quando alguém:
solicita um orçamento, chama no WhatsApp, agenda uma conversa ou preenche um formulário.
Venda não é apenas transação dentro do site. O site também pode gerar a oportunidade que termina em uma venda depois.
Então como transformar o site em um canal de vendas?
Eu pensaria nessa sequência:
- defina claramente o que quer vender;
- crie páginas específicas para suas principais ofertas;
- explique bem o produto ou serviço;
- mostre provas;
- deixe a ação principal clara;
- leve tráfego para essas páginas;
- acompanhe os resultados;
- teste melhorias.
Quando essas etapas trabalham juntas, o site deixa de ser apenas uma apresentação da empresa e passa a fazer parte do processo comercial.
Ele recebe pessoas.
Explica.
Gera confiança.
Conduz.
E cria oportunidades de venda.
Se você quer desenvolver um site pensando desde o início em transformá-lo em um canal de vendas para sua empresa, conheça a SuaveSites e solicite um orçamento para o seu projeto.